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Papa afirma que ninguém faz mais que a Igreja contra a pedofilia

Declaração foi dada em entrevista a jornal italiano.
'Casos de abusos são tremendos porque deixam feridas muito profundas'.

"Ninguém tem feito mais" que a Igreja Católica na luta contra a pedofilia, que "talvez seja a única instituição pública que atua com transparência e responsabilidade", afirmou o Papa Francisco em uma entrevista publicada nesta quarta-feira (5).

Questionado pelo jornal Corriere della Sera sobre o balanço de seu primeiro ano de pontificado, o papa argentino afirmou que "as estatísticas sobre o fenômeno da violência contra as crianças são impressionantes, mas também mostram com clareza que a grande maioria dos abusos ocorrem em um ambiente familiar e de vizinhança".
 "Os casos de abusos são tremendos porque deixam feridas muito profundas.
 Bento XVI foi muito corajosos e abriu um caminho. A Igreja, neste caminho, tem feito muito. Talvez mais que qualquer outro", disse.

"A Igreja Católica é talvez a única instituição pública que se movimenta com transparência e responsabilidade. Ninguém tem feito mais. E, no entanto, a Igreja é a a única atacada", insistiu.
 O Comitê de Direitos das Crianças das Nações Unidas divulgou no mês passado um relatório muito crítico sobre a atitude do Vaticano na lucha contra os abusos sexuais de menores de idade. O documento reprova a não obrigatoriedade das denúncias à justiça nas dioceses e o fato da igreja ter mantido em sigilo as investigações eclesiásticas.

O Papa Francisco anunciou a criação de uma comissão de especialistas para a proteção das crianças em todas as instituições da Igreja.

Milhares de crianças sofreram abusos sexuais por parte do clero em muitos países, em particular na Irlanda e Estados Unidos. Muitos casos aconteceram nas décadas compreendidas entre 1960 e 1990.

Fonte:g1.globo.com

Arcebispo de Goiânia, Dom Washington Cruz

Realizará Missa dos Enfermos no Hospital Araújo Jorge

Será realizada na próxima quinta-feira (17), às 15h, no Auditório do Hospital Araújo Jorge, Missa dos Enfermos, celebrada pelo Arcebispo Metropolitano de Goiânia Dom Washington Cruz. A iniciativa é da Arquidiocese de Goiânia, tendo como principal objetivo levar a eucaristia para os enfermos que por motivo do tratamento estão impossibilitados de irem até a igreja.
Além dos pacientes que estão em tratamento no Hospital Araújo Jorge e seus acompanhantes, foram convidadas também autoridades estaduais e municipais, deputados, vereadores, associados da ACCG, empregados, entre outros.

Serviço
Missa dos Enfermos com Dom Washington Cruz
Data: 17 de março, quinta-feira
Horário: Às 15 horas
Local: Auditório do Hospital Araújo Jorge
Informações: Setor de Comunicação Integrada/ACCG
Fone: 62 3243-7141 / 7285
62 9113-5479 (João Lacet)

Fonte: www.accg.org.br

Papa confunde pronúncia e fala palavrão em bênção no Vaticano

No lugar da palavra 'caso', o pontífice disse 'cazzo' - um palavrão italiano.

Rapidamente o papa se corrigiu e usou a palavra correta.

Durante benção no Vaticano neste domingo (2), o papa Francisco disse acidentalmente um palavrão.
Durante seu discurso, no lugar da palavra "caso" (no caso), o pontífice confundiu a pronúncia e disse "cazzo" - gíria para o órgão sexual masculino, usada corriqueiramente na Itália para enfatizar alguma coisa.
Rapidamente o papa se corrigiu e usou a palavra correta.
"Se cada um de nós não acumular riqueza apenas para nós mesmos, mas também a serviço dos outros, nesse "cazzo" [pausa], nesse caso, a providência de Deus ficará visível por meio desse gesto de solidariedade", disse o papa na Praça de São Pedro, no Vaticano.
O vídeo com o equívoco se espalhou rapidamente na internet e no Youtube e, em 24 horas, já tinha mais de 350 mil visualizações.

Fonte: g1.globo.com

Leve indisposição' faz Papa cancelar visita a seminário em Roma

Anúncio foi feito por porta-voz do Vaticano.
É a primeira vez que Francisco cancela compromisso em 1 ano no cargo.

 O Papa Francisco cancelou uma visita planejada a um seminário em Roma nesta sexta-feira (28) por conta de uma "leve indisposição", disse um porta-voz do Vaticano.

Foi a primeira vez, desde sua eleição há cerca de um ano, que o Papa cancelou um compromisso público.

Fonte: http://g1.globo.com

AIS promove novena de oração pela paz na República Centro-Africana

A fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) iniciou nesta terça-feira, 17, uma novena de oração devido à situação dramática que se vive na República Centro-Africana. A novena é realizada em conjunto com católicos desse país.

“Esta novena é uma homenagem aos sacerdotes, religiosos/as e a tantos leigos que acolheram, sobretudo nas paróquias, centenas de milhares de pessoas durante estes dias em Bangui para protegê-los, alimentá-los, ajudá-los, partilhar as suas dores e rezar com eles, semeando paz e esperança”, explica, em comunicado, o secretariado da AIS em Portugal, que se associa à iniciativa internacional.

Na introdução a esta novena, o bispo de Bangassou, na República Centro-Africana, Dom Juan Aguirre, escreve que “um povo não pode viver se alimentar durante toda a sua vida o ódio no seu coração”.

Desde setembro, calcula-se que cerca de 400 mil pessoas tenham abandonado as suas casas em consequência da violência no país. Segundo a AIS, os cristãos tornaram-se um dos alvos principais do conflito, falando em relatos de uma violência impressionante, com pessoas mutiladas, torturadas, mortas a sangue-frio.

No último mês de outubro, em uma audição no Conselho para os Direitos Humanos da ONU, em Genebra, o arcebispo de Bangui, Dom Dieudonné Nzapalainga, advertia que “a República Centro-Africana é um barril de pólvora“, pedindo, por isso, a intervenção urgente da comunidade internacional.

A AIS informa ainda que a novena de oração, que se estende até ao dia de Natal, pretende contribuir para superar o ódio e restabelecer a paz neste país africano.

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Congresso Nacional aprova Orçamento 2014

Em sessão extraordinária, que entrou pela madrugada desta quarta-feira, 18, o Congresso Nacional aprovou a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2014. A proposta segue agora para sanção presidencial.

O valor total do Orçamento da União para 2014 é R$ 2,48 trilhões. Do total previsto para o próximo ano, R$ 654,7 bilhões serão destinados para o refinanciamento da dívida pública.

O salário mínimo previsto para entrar em vigor a partir de 1º de janeiro do ano que vem é R$ 724, aumento de 6,6% em relação ao mínimo atual.

O montante reservado para as áreas fiscal, da seguridade social e de investimento das empresas estatais soma R$ 1,8 trilhão, sendo R$ 105,6 bilhões para investimento das empresas estatais federais e R$ 1,7 trilhão para orçamentos fiscal e da seguridade social, dos quais R$ 100,3 bilhões foram destinados para a Saúde (destes R$ 5,16 bilhões em emendas parlamentares individuais e coletivas).

Para a Educação, a previsão de recursos é R$ 82,3 bilhões. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) receberá R$ 61,7 bilhões.

O relatório elevou o investimento público em R$ 900 milhões para o próximo ano e manteve despesas com pessoal. De acordo com a proposta, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) ficou estipulado em 3,8% e a inflação medida pelo Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA), de 5,8%.

Apesar de diminuir em relação ao ano passado, quando ficou em 34,8% do Produto Interno Bruto (PIB), a dívida líquida ainda permanece em um patamar alto, estimada em 33,9% do PIB, em 2014.

Os parlamentares aprovaram ainda a inclusão de R$ 100 milhões para o Fundo Partidário, aumentando para R$ 364,3 milhões o valor previsto para 2014. De acordo com a legislação, a maior parte do recurso (95%) do fundo é distribuída de acordo com a proporção de cada partido na Câmara e 5% de forma igual a todos os partidos com registro no Tribunal Superior Eleitoral.

Enquanto ocorria a reunião da CMO, o plenário do Congresso também aprovou o Projeto de Lei (PLN) 13/13, que altera o Plano Plurianual (PPA - Lei 12.593/12) 2012-2015, em diversos itens. De acordo com o Regimento Interno, antes de votar o Orçamento, o PPA teria que ser aprovado. Com as duas aprovações, os parlamentares iniciaram a sessão de votação da LOA.

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Na Síria, crianças pobres "invejam" o presépio do Menino Jesus

“Na Síria, o Menino Jesus conta com muitos companheiros: milhares de crianças que perderam suas casas vivem em barracas pobres como a estala de Belém”. Assim, o arcebispo maronita Samir Nassar descreve a condição vivida pela infância síria no tempo que precede o Santo Natal.

Em uma tocante mensagem de reflexões natalinas enviada à Agência Fides, o arcebispo maronita de Damasco expressa com imagens fortes os sentimentos de muitos cristãos sírios diante da chegada do enésimo Natal de guerra.

“Jesus” - observa Dom Nassar - “não está sozinho em sua miséria. A infância síria, abandonada e marcada por cenas de violência, sonha em estar no lugar de Jesus, que tem sempre consigo seus pais, que o circundam e o acariciam. (…). Alguns invejam o Menino divino que encontrou uma estala para nascer e se abrigar. Dentre as crianças mais tristes, algumas nasceram sob as bombas ou no caminho da fuga”.

Maria também, insiste o arcebispo maronita, “não está mais sozinha, em meio às dificuldades: muitas mães infelizes vivem na pobreza extrema e assumem todas as responsabilidades da família sozinhas, sem marido. A presença asseguradora de José na Sagrada Família suscita desgosto em milhares de famílias sem figuras paternas. Esta ausência alimenta o medo, a angústia e a inquietude”.

Na condição martirizada do povo sírio, parece não haver lugar para a promessa de paz e luz, próprias do Natal: “O barulho infernal da guerra” - escreve Nassar - “sufoca o Glória dos Anjos. A sinfonia do Natal pela paz cede diante do ódio e das crueldades mais atrozes”. E justamente a extenuante duração do conflito, que já dura há mais de mil dias, aumenta ainda mais o grito de oração dos cristãos diante do presépio: “Senhor, escutai a nossa prece”, conclui sua mensagem o Arcebispo Nassar.

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