Comunidade Nossa Senhora de Guadalupe

Data da criação: 24.05.1980
Endereço: Rua Cardeal c/ Rouxinóis, Qd. 43 Lt. 05, s/n, Pq. das Laranjeiras, CEP:74855-260
Telefax: 3249.1933
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Site: www.guadalupegyn.com.br
HISTÓRIA DA COMUNIDADE
Nasce em 24 de maio de 1980 a Paróquia Nossa Senhora de Gaudalupe e com ela uma comunidade voltada à devoção a Virgem Morena de Guadalupe,
Padroeira da América Latina.
Desde sua criação passaram por aqui muitos padres e cada um com suas especifidades e habilidades. Pe. Oziel, Pe. Pedro, Pe. Joao Biroud, Frei Donário, que antes da construção da Igreja Matriz, celebravam nas dependências do Abrigo Sagrada Família, às 17:00hs horas a Santa Missa. Depois de algum tempo as celebrações passaram a ser realizadas na Escola Municipa Ana das Neves, pelo Pe. José Maria Pereira. 
Após a construção da Igreja, Pe. Oziel, uma pessoa simples que veio da Bahia juntamente com sua mãe, morava nos fundos da Igreja Matriz em uma casinha construída pela comunidade. Pe. Oziel tinha um grande carisma com as crianças e ficou como pároco até meados de 1984. 

Em 31 de dezembro de 1984, chega a nossa Paróquia o então Seminarista Felice Pinelli, que mais tarde, em novembro de 1986, sagrou-se padre. Pessoa de personalidade forte, de espírito empreendedor, que graças ao seu trabalho multiplicou as comunidades de oito para dezeseis comunidades que se formos hoje visitar, encontraremos lá um tijolinho que ele colocou com muito trabelho e maior ajuda das comunidades de sua terra natal, Itália, e também da Alemanha e ainda da não menos valorosa colaboração dos paroquianos.

Nos quase dez anos em nossa Paróquia, Pe. Felice, além da construção dos Centros Comunitários, também era bastante voltado para formação da pessoa humana através da Catequese de crianças, jovens e adultos, Encontro de Casais, Pastoral do Conforto, Renovação Carismática Católica, Apostolado de Oração, Vicentinos, Pastoral da Juventude, CEBS, e outros movimentos.

Era bastante ligado à catequese e ao Encontro de Casais. Todos os meses os catequistas tinham formação e ele conhecia, pelo nome, todos de cada uma das 16 comunidades. E tinha ciência de tudo o que acontecia em cada uma das comunidades. Preocupava-se muito com a formação dos casais, participando sempre dos encontros e reencontros. Dava sempre apoio às famílias, principalmente àquelas que estavam passando por algum tipo de crise. 

Naquela época contamos também com a ajuda de algumas comunidades de religiosas como as Irmãs da Divina Providência, lideradas pela Ir. Valdecy que morava Jd. Vitória II e trabalhava com a juventude. As Irmãs Franciscanas que tinham como Madre Superiora a Ir. Maria José, moravam no Parque Santa Cruz e trabalhavam na Catequese, Pastoral da Criança, e davam atendimento às famílias carentes. Contamos ainda com a colaboração das Irmãs Sacramentinas, Ir. Rita, Jesus e Suzana que atuavam na catequese, casais e visitas aos enfermos, entre outras atividades.

Em 1991, chegam ao Brasil para reforçar este time as Irmãs Italianas do Sagrado Coração de Jesus, lideradas pela Irmã Vitória. Depois de algum tempo fixaram residência no Setor Santa Luzia que na época fazia parte da nossa Paróquia. Lá eslas fazem um grandioso trabalho com as crianças, jovens e adultos, no Setor e bairros adjacentes. Fundaram o COVAM: Centro de Orientação e Valorização ao Adolescente e à Mulher, que mais trade tornou-se Escola o ECOVAM, tirando várias crianças e jovens em situação de rua.

Tivemos também, para auxiliar Pe. Felice, a grande e valorosa colaboração do então seminarista João Dias, Romilsom, Seminarista Ilson Soares e Pe. João Cunha 

Em outubro de 1994, chega em nossa Paróquia o Monsenhor Aldorando, pessoa de uma espiritualidade fantástica e grande promotor da paz. Trabalhou com os catequistas, casais e todos os outros movimentos na formação da espiritualidade. Trouxe de volta à comunidade as tradições católicas como a Procissão de Corpus Chrysti com as ruas enfeitadas, adoração ao Santíssimo às quintas-feiras, encontros de oração para jovens e crianças, encontros de namorados e outros.

Auxiliado pelo Pe. José Aílo, que ficou conosco por aproximadamente um ano e os então seminaristas Erasmo e Hércules, que ao ser ordenado a Paróquia Santa Luzia. Também chegam ao Brasil e se fixam em nossa Paróquia, mais duas comunidades de religiosas que se fazem presentes até hoje entre nós: as Irmãs Missionárias do Imaculado Coração de Maria, Ir. Maria Jesus, Ir. Pilar e Ir Auristela. Mulheres corajosas que deixaram sua terra natal e suas famílias para se tornarem parte da família brasileira e fazem um trabalho fantástico na Comunidade do Parque Santa Cruz com as famílias carentes, com as crianças, jovens e adultos. Com o auxílio de pessoas de boa vontade da Espanha, e Chile, seu país de origem, deram oportunidade a mães, adolescentes, crianças, analfabetos. Construóem o Polivalente São José onde oferecem cursos profissionalizantes e alfabetização para todas as idades e tem como objetivo dar dignidade aos que os procuram. No mês de julho, fazem acontecer a Colônia de Férias para tirar as crianças das ruas, recebendo ajuda voluntária de pessoas de nossas comunidades.

Para nossa alegria esta comunidade despertou a vocação religiosa à jovem Nilma, que durante algum tempo fez experiência de oração, trabalho com os carentes, conheceu também a realidade da vida comunitária desta casa de religiosas. Atendendo a este chamado, hoje temos entre nós a Ir. Nilma, que doa a sua vida, entre outras atividades, na catequese e hoje trabalha na secretaria Paroquial. Mais tarde também mais uma vocacionada se torna a Ir. Maria Helena. A estas irmãs tão destemidas o nosso agradecimento, por toda a sua dedicação e trabalhos.

As Irmãs Loyola, fizeram um trabalho na Comunidade da Divina Providência no Jd. Vitória I, apoiando os casais e a juventude. Vindas da Itália fixam-se no Brasil para dividir experiências e provar que apesar da diferença de cultura e língua não há obstáculos insuperáveis se alí houver amor, unidade e fraternidade cristã. Agradecemos às Irmãs Antonella, Cristina, Martina, Vida e Juliana pelos seus serviços prestados à catequese e motivação dos nosso grupos pastorais.

Em 1996 vem auxiliar o Mons. Aldorando o Pe. Daniel que mais tarde tornou-se pároco das nossas comunidades e contou com o apoio do Pe. Zezão. Pe. Daniel, uma pessoa de muita cultura e espiritualidade, trouxe para nós, um grande conhecimento. Esteve conosco por aproximadamente quatro anos, quando assumiu as Pontifícias Obras Missionárias, com sede em Brasília.

No final do ano de 1999, o seminarista Cesário chega para ajudar a comunidade e no dia 18 de julho de 2000, tornou-se o Pe. Cesário. Pessoa de família humilde que durante o tempo de seminário trabalhou em comunidades carentes de Goiânia. Pessoa bastante detalhista e muito organizada, trabalhou muito em função do Encontro de Casais (ECC). Levantando os ânimos e entusiasmando os integrantes do movimento que até então estava em decadência.

Lembramos com saudades de nossas catequistas que tanto ajudaram as nossas crianças e jovens a conhecer um pouco mais do reino de Deus. Pessoas que deixaram suas famílias, a comunidade e foram para casa do Pai: Maria Antônia, Marilena, Maria das Dores, Dona Nazaré, Carla Regina e outros que se doaram em favor da Palavra de Deus.

Também queremos lembrar as pessoas que fizeram parte e contribuiram de alguma forma para que formássemos uma comunidade de amor, fraternidade e unidade: João Freire, Dona Elisa, Edênia, Eni, Dona Nina (Jd. Bela Vista), Evanor (C. Anhanguera), Antônio Junqueira, Terezinha (C. Fabiana), Maxuel (C. Fabiana), Cintya (C. Fabiana), e muitos outros que estão na Casa do Pai. . A eles nossa Eterna gratidão.

Em meio a muitas contradições, alegrias e tristezas está o dia 26 de novembro de 2006, às 22:30h, acontece um acidente com o Pe. Cesário e que traz consequências graves até hoje. Mas no meio de tanta dor e tribulação Deus nos envia um anjo chamado Pe. Augusto Baldrati, italiano que está no Brasil a mais de trinta anos, vindo da Bahia para tratamento em Goiânia e o destino e, com certeza, a mão de Deus, encominhou para nossa comunidade. Com o acontecido ao Pe. Cesário, o amigo Pe. Augusto assumiu nossa Paróquia e mesmo com suas limitações, faz um trabalho de amor, pastoreio, dedicação e espiritulidade, ensinando-nos que quando queremos, o amor e a força de Deus supera tudo.

No dia 15 de dezembro, vítima de uma grave doença Deus chama para junto de si o Pe. Cesário.

No dia 12 de fevereiro um novo pároco toma posse em nossa Paróquia. Pe. Miguel Dametto, vindo da cidade de Vianópolis, depois de passar aproximadamente 14 anos, prestando serviços à aquela paróquia. Mas, diante de sua missão grandiosa e por necessidade de atender em outra Paróquia Pe. Aroldo toma posse (março de 2009).

Com seu jeito carismático cativou logo os paroquianos e diante de sua personalidade de um líder arrojado, agromera todos os servos para desenvolverem novos projetos para as Pastorais, Movimentos e para as Comunidades.

Peçamos a Deus e a Nossa Senhora de Guadalupe que o ilumine nesta tão árdua tarefa de conduzir o povo de Deus e especialmente esta paróquia.

Peçamos também a Deus e a Nossa Senhora de Guadalupe que fique conosco e nos abençoe em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém!

NOSSA SENHORA DE GUADALUPE, ROGAI POR NÓS!

Pastorais:
Pastoral do Dízimo: Coordenador Francisco (9977-1072)
Regina e Gizela, domingo Missa/Celebração, às 08:00,
Franciscoe Nico, Missa/Celebração às 10:00,
Lázara/Michele, Missa/Celebração às 18:00. 
Pastoral Familiar: Coordenador Nico e Heloisa
Pastoral do Conforto: Iraci | Mãe Rainha: Irnonites
Melhor Idade: Carmosina | Legião de Maria: Terezinha
Catequese: Beth | Costura Solidária: Zilda
Bazar Solidário: Idália | Grupo de Oração: João Marcos
PROGRAMAÇÃO SEMANAL
MISSAS:
Terças e sextas-feiras às 19:00h
Domingos às 08, 10 e 18:00h
GRUPO DE ORAÇÃO DA RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA - segundas-feiras às 19:30
TERÇO DOS HOMENS – terças-feiras às 19:40
CATEQUESE:
PRÉ-CATEQUESE: terça-feira e sábado
1ª EUCARISTIA: terça-feira , quarta-feira e sábado
CRISMA: quarta-feira e sábado
PERSEVERANÇA: terça-feira
PASTORAL FAMILIAR - quinta-feira às 20:00h

HISTÓRIA DO SANTO DA COMUNIDADE

n.s.guadalupeNo dia 9 de dezembro de 1531, na cidade do México, Nossa Senhora apareceu ao nobre índio Quauhtlatoatzin — que havia sido batizado com o nome de Juan Diego — e pediu-lhe que dissesse ao bispo da cidade para construir uma igreja em sua honra.

Juan Diego transmitiu o pedido, e o bispo exigiu alguma prova de que efetivamente a Virgem aparecera.

Recebendo de Juan Diego o pedido, Nossa Senhora fez crescer flores numa colina semi-desértica em pleno inverno, as quais Juan Diego devia levar ao bispo. Este o fez no dia 12 de dezembro, acondicionando-as no seu manto.

Ao abri-lo diante do bispo e de várias outras pessoas, verificaram admirados que a imagem de Nossa Senhora estava estampada no manto.

Muito resumidamente, esta é a história, que foi registrada em documento escrito. Se ficasse só nisso, facilmente poderiam os céticos dizer que é só história, nada há de científico

Imagem miraculosa de Nossa Senhora de Guadalupe 

Os problemas para eles começam com o fato de ter-se conservado o manto de Juan Diego, no qual está impressa até hoje a imagem. Esse tipo de manto, conhecido no México como tilma, é feito de tecido grosseiro, e deveria ter-se desfeito há muito tempo. No século XVIII, pessoas piedosas decidiram fazer uma cópia da imagem, a mais fidedigna possível. Teceram uma tilma idêntica, com as mesmas fibras de maguey da original. Apesar de todo o cuidado, a tilma se desfez em quinze anos. O manto de Guadalupe tem hoje 475 anos, portanto nada deveria restar dele.

Uma vez que o manto (ou tilma) existe, é possível estudá-lo a fim de definir, por exemplo, o método usado para se imprimir nele a imagem. Comecemos pela pintura. Em 1936, o bispo da cidade do México pediu ao Dr. Richard Kuhn que analisasse três fibras do manto, para descobrir qual o material utilizado na pintura. Para surpresa de todos, o cientista constatou que as tintas não têm origem vegetal, nem mineral, nem animal, nem de algum dos 111 elementos conhecidos. “Erro do cientista” — poderia objetar algum cético. Difícil, respondemos nós, pois o Dr. Kuhn foi prêmio Nobel de Química em 1938.(2) Além do mais, ele não era católico, mas de origem judia, o que exclui parti-pris religioso.

No dia 7 de maio de 1979 o prof. Phillip Serna Callahan, biofísico da Universidade da Flórida, junto com especialistas da NASA, analisou a imagem. Desejavam verificar se a imagem é uma fotografia. Resultou que não é fotografia, pois não há impressão no tecido. Eles fizeram mais de 40 fotografias infravermelhas para verificar como é a pintura. E constataram que a imagem não está colada ao manto, mas se encontra 3 décimos de milímetro distante da tilma. Para os céticos, outra complicação: verificaram que, ao aproximar os olhos a menos de 10 cm da tilma, não se vê a imagem ou as cores dela, mas só as fibras do manto.

Convém ter em conta que ao longo dos tempos foram pintadas no manto outras figuras. Estas vão se transformando em manchas ou desaparecem. No caso delas, o material e as técnicas utilizadas são fáceis de determinar, o que não acontece com a imagem de Nossa Senhora.

Os olhos da imagem

Talvez o que mais intriga os cientistas sobre o manto de Nossa Senhora de Guadalupe são os olhos dela. Com efeito, desde que em 1929 o fotógrafo Alfonso Marcué Gonzalez descobriu uma figura minúscula no olho direito, não cessam de aparecer as surpresas. Devemos primeiro ter em vista que os olhos da imagem são muito pequenos, e as pupilas deles, naturalmente ainda menores. Nessa superfície de apenas 8 milímetros de diâmetro aparecem nada menos de 13 figuras! O cientista José Aste Tonsmann, engenheiro de sistemas da Universidade de Cornell e especialista da IBM no processamento digital de imagens, dá três motivos pelos quais essas imagens não podem ser obra humana:

• Primeiro, porque elas não são visíveis para o olho humano, salvo a figura maior, de um espanhol. Ninguém poderia pintar silhuetas tão pequenas;

• Em segundo lugar, não se consegue averiguar quais materiais foram utilizados para formar as figuras. Toda a imagem da Virgem não está pintada, e ninguém sabe como foi estampada no manto de Juan Diego;

• Em terceiro lugar, as treze figuras se repetem nos dois olhos. E o tamanho de cada uma delas depende da distância do personagem em relação ao olho esquerdo ou direito da Virgem.

Esse engenheiro ficou seriamente comovido ao descobrir que, assim como os olhos da Virgem refletem as pessoas diante dela, os olhos de uma das figuras refletidas, a do bispo Zumárraga, refletem por sua vez a figura do índio Juan Diego abrindo sua tilma e mostrando a imagem da Virgem. Qual o tamanho desta imagem? Um quarto de mícron, ou seja, um milímetro dividido em quatro milhões de vezes. Quem poderia pintar uma figura de tamanho tão microscópico? Mais ainda, no século XVI...

Tentativa de apagar o milagre

Assim como meu conhecido não desejava falar do Santo Sudário, outros não querem ouvir falar dessa imagem, que representa para eles problemas insolúveis. O anarquista espanhol Luciano Perez era um desses, e no dia 14 de novembro de 1921 colocou ao lado da imagem um arranjo de flores, dentro do qual havia dissimulado uma potente bomba. Ao explodir, tudo o que estava perto ficou seriamente danificado. Uma cruz metálica, que ficou dobrada, hoje se conserva no templo como testemunha do poder da bomba. Mas... a imagem da Virgem não sofreu dano algum.

E ainda ela está hoje ali, no templo construído em sua honra, assim como uma vez esteve Nosso Senhor diante do Apóstolo São Tomé e lhe ordenou colocar sua mão no costado aberto pela lança. São Tomé colocou a mão e, verificada a realidade, honestamente acreditou na Ressurreição. Terão essa mesma honestidade intelectual os incrédulos de hoje? Não sei, porque assim como não há pior cego do que o que não quer ver, não há pior ateu do que o que não deseja acreditar. Mas, como católicos, devemos rezar também por esse tipo de pessoas, pedindo a Nossa Senhora de Guadalupe que lhes dê a graça de serem honestas consigo mesmas.