Pastoral do Conforto

Coordenador da Pastoral: Iraci

“Eu estava com fome, e vocês me deram de comer; eu estava com sede, e me deram de beber; eu era estrangeiro, e me receberam em sua casa; eu estava sem roupa, e me vestiram; eu estava doente, e cuidaram de mim; eu estava na prisão, e vocês foram me visitar. Todas as vezes que vocês fizeram isso a um dos meus pequenos, foi a mim que o fizeram”. (Mt 25,35-36,40)

Na Paróquia, a Pastoral do Conforto nasceu em primeiro de outubro de 1993, com o trabalho voluntário de alguns paroquianos de boa vontade coordenados pela nossa irmã Iraci Moreira Vaz, e o não menos importante apoio e incentivo do Pe. Félix Pinelli, Vigário na época. A nossa missão prioritária é levar aos enfermos e idosos de nossas comunidades, a alegria da presença de Cristo Jesus através dos agentes de pastoral que ali representam à comunhão da Igreja.
Todos, sem exceção, são chamados a proporcionar qualidade de vida e denunciar tudo o que impede o desabrochar desse Dom precioso de Deus, como fez Cristo, que disse: “Eu vim para que todos tenham vida, e a tenham em abundância.” (Jo 10,10)

Temos ainda grandes desafios:

1. Sensibilizar e integrar a COMUNIDADE com os hospitais e abrigos, uma vez que estes fazem parte da mesma;

2. Proporcionar assistência psico-espiritual aos enfermos internos a domicílio;

3. Preparar novos agentes pastorais para anunciar a Boa Nova às pessoas diante do confronto com o sofrimento, a doença e a morte;

4. Dialogar com os doentes num espírito ecumênico, respeitando a liberdade de religião;

5. Promover, através da Evangelização, a valorização humana e cristã dos agentes pastorais e todos os que atuam nos hospitais e abrigos, objetivando a criação do espírito comunitário;

6. Programar e realizar celebrações litúrgicas (missas) que resgatem a dimensão celebrativa da vida na perspectiva de fé e esperança:

1º Sábado: Missa no Hospital HDT
2º Sábado: Missa no Abrigo Sagrada Família
3º Sábado: Missa no Abrigo das Acácias
4º Sábado: Missa no Abrigo Sagrada Família

7. Possibilitar aos doentes a recepção dos Sacramentos da Eucaristia e Unção dos Enfermos, quando desejarem;

8. Elaborar subsídios que ajudem a transmitir esperança, otimismo, fé e diversão aos enfermos e idosos.

A Pastoral da Saúde ou Conforto é a orgânica de todo o povo de Deus tornando presente no mundo de hoje a ação libertadora do Cristo na área da saúde em três dimensões: solidária, comunitária e político/social.
A todos que deram sua valiosa contribuição na doação, na participação e na presença, a Pastoral do Conforto, agradece a Deus que nos encheu de força, lua e coragem para a concretização dos nossos trabalhos; as comunidades e a todas as pessoas que nos auxiliam na concretização das nossas propostas.

Convite especial

“A messe é grande, mas poucos são os operários!
Orai para que o dono da Messe mande operários à sua Messe!”(Mt 9,37)
Venha fazer parte da Pastoral do Conforto, ajude a aliviar o sofrimento dos irmãos idosos e enfermos nos hospitais, abrigos e nos lares.
Os enfermos e a Igreja necessitam do seu trabalho, atenda o chamado de Jesus Cristo! Venham participar conosco!
Visitas todos os sábados. Nos encontramos todos os sábados às 14:00h, no pátio do Hospital Acalanto de onde seguimos para o Hospital HDT, os Abrigos das Acácias e Sagrada família e ainda visitas aos enfermos nos seus lares.
Esperamos por você!!!!

Pastoral dos Enfermos

A Pastoral dos Enfermos deve ir ao encontro dos doentes tanto nos hospitais e casas de saúde como nos domicílios particulares. São ambientes diferentes que exigem também um modo diferente de fazer pastoral.
A Pastoral dos Enfermos terá como preocupação principal de toda a sua ação evangelizadora:

Humanizar e cristianizar os ambientes de tratamento dos doentes.
Dar um sentido cristão ao sofrimento.
Atingir o coração do enfermo e aproximá-lo de Cristo.
Levar o enfermo a tomar uma atitude de fé e esperança perante a dor
Fazer do doente um apóstolo pelo exemplo de sofrimento assumido.
Um fator importante para essa Pastoral é ver, aceitar, atingir e tratar o doente como um todo: físico, psíquico e espiritual. Para que um doente seja espiritualmente atendido não basta garantir a ele a visita rápida do Capelão ou algum Ministro da Igreja. É preciso que os profissionais da saúde estejam preparados, despertados na fé e conscientes de sua missão cristã junto ao doente.

A Pastoral dos Enfermos deve propiciar mudanças nas estruturas que atendem os doentes, tanto nos hospitais como nas casas de família, para fazer destes lugares sinais de Igreja Viva e presença de Cristo junto à pessoa que sofre.

O papel da Pastoral dos Enfermos é fazer entender que a tarefa de libertar as pessoas de seus males, de suas doenças, cabe:

ao poder público: executando uma política de saneamento básico.
à classe médica: tratando o doente como ser humano.
aos enfermeiros e enfermeiras e outros profissionais da saúde: fazendo da profissão uma vocação.
às escolas de medicina e de enfermagem: profissionalizando e humanizando os currículos.
aos familiares e amigos: dando ao doente carinho e atenção permanente.
aos agentes de pastoral: levando o conforto espiritual.
aos que visitam o doente: transmitindo uma palavra de otimismo, amor, solidariedade, esperança.
ao próprio doente: assumindo a sua condição e libertando-se.
Compete à Equipe Arquidiocesana de Pastoral dos Enfermos dar assessoramento na organização dessa Pastoral dentro dos hospitais, casas de saúde, bem como na criação e animação das equipes paroquiais.

A Equipe de Pastoral dos Enfermos dentro dos hospitais terá, dentre outras, estas preocupações principais:
Defender a vida humana em todos os seus aspectos.
Ajudar na formação do chamado “ambiente terapêutico” dentro do hospital, onde tudo contribui para o bem-estar dos doentes.
Humanizar, cristianizar o ambiente, de modo especial as UTIs.
Garantir o atendimento religioso dos enfermos.
Oferecer oportunidade de formação religiosa aos profissionais do hospital.
Zelar pelo diálogo ecumênico, evitando o mal-estar de interesses proselitistas.
Organize-se em todas as paróquias a Pastoral dos Enfermos para o atendimento domiciliar de todos os doentes que, por terem suas forças diminuídas pela doença, não podem mais participar da Comunidade e não podem ficar marginalizados.
A Equipe de Pastoral dos Enfermos na Paróquia terá estas preocupações principais:

Manter uma estatística atualizada dos doentes em seu território.
Visitar periodicamente os doentes e acompanhar as suas famílias.
Ligar o enfermo e sua família à Paróquia.
Levar ao doente o conforto dos sacramentos (Confissão, Eucaristia e Unção dos Enfermos).
A Pastoral dos Enfermos, na Paróquia, incentiva a criação de associações ou grupos de cultivo de amizade entre os doentes, provocando encontros entre eles (os que podem se locomover) e a terapia de grupo.
Conteúdo

O sentido da dor, do sofrimento e da doença, na Bíblia, tanto no Antigo, como no Novo Testamento.
Entender a dor e a doença como Jesus entendia.
A doutrina da Igreja sobre o sofrimento e o seu sentido.
Documentos da CNBB e outras publicações sobre Pastoral dos Enfermos e Pastorais da Saúde.
“As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos os que sofrem… são também as dos discípulos de Cristo”(G.S. 1).
Celebração
Missas, cultos especiais para os enfermos.
A Unção dos Enfermos e outros Sacramentos.
Celebração do dia do Médico, do Enfermeiro, etc…
Vivência e Apostolado
A atitude do cristão, do agente da Pastoral dos Enfermos terá que seguir o exemplo de Jesus.
Como Jesus, tratar a doença e o doente sem preconceito, sem fatalismo, sem manipulação e sem exclusivismo.
A omissão na hora da dor, do sofrimento e da doença é inesquecível e “imperdoável”.

Rua Cardeal, esq. c/ Al. Rouxinóis s/n , Qd 43, Lt 05, Parque das Laranjeiras, Goiânia-GO – CEP 74855-220

Segunda-feira das 14h às 18h. Terça-feira a sexta-feira das 08h às 11:30 e das 14h às 18h. Sábado das 08 às 11:30

62 3249-1933 | 9671-7491 (vivo) | 9105-2028 (claro) | 8405-2927 (oi) | 8227-6917 (tim)

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